Doenças sexualmente transmitidas ou DSTs




Herpes
Os vírus herpes simples (VHS) tipo 1 e tipo 2 são ambos da família herpesvirus humanos, a qual ainda inclui ocitomegalovírus, o Epstein-Barr vírus, varicela zoster vírus e herpesvirus humanos específicos (Kaposi). A principal característica dos herpesvírus é a de produzir infecções latentes, potencialmente recorrentes. A latência se desenvolve a partir da sobrevivência do material genético do vírus dentro de células hospedeiras, sem produção de partículas infectantes.


A infecção genital pelo VHS é adquirida a partir do contato de superfícies cutâneas (pele) ou mucosas genitais com os vírus infectantes. Sendo um parasita celular obrigatório (é desativado pela perda de umidade à temperatura ambiente), é pouco provável que se transmita por aerossol (gotas microscópicas) ou fômites (peças de vestuário íntimo, assento do vaso sanitário, papel higiênico, etc.), sendo o contato sexual, orogenital ou genito-anal e gênito-genital, o modo habitual de transmissão.


Uretrites


É a designação genérica para processos inflamatórios ou infecciosos da uretra (canal que conduz a urina da bexiga para o meio externo, ao urinarmos) masculina e feminina. Os sintomas da uretrite compreendem: a descarga uretral(secreção) que varia de acordo com o agente etiológico, desconforto urinário sob forma de ardência e/ou dor para urinare às vezes sensação de "coceira" na parte terminal da uretra (perto do meato urinário na glande peniana). Estes três principais sintomas podem variar de intensidade de acordo com a doença. As uretrites infecciosas são doenças sexualmente transmissíveis (DST)

Candidíase


É a infecção causada pela Cândida albicans, e não é obrigatoriamente uma DST. No homem,balanopostite ou postite por cândida e na mulher, vaginite ou cervicite por cândida. É um fungoque habita normalmente nosso organismo, tendo a função de saprófita (alimenta-se de restos celulares) no aparelho genital. Como qualquer outra micose, gosta de ambientes quentes eúmidos, como a vagina e o prepúcio. No homem, o microtraumatismo peniano que resulta de uma relação sexual pode ser o suficiente para desencadear o processo de instalação de uma balanopostite por cândida, que com certeza vai incomodar seu portador. Surge já nas primeira horas uma ardência ao contato com secreção vaginal ou à própria urina, bem como a pele torna-se avermelhada,brilhante e friável (descama com facilidade ao toque) com um prurido (coceira) intensa. Na mulher, o sintoma mais importante é o prurido vaginal ou dos lábios da vulva, seguido ou não por secreção vaginal (corrimento) branco. No período menstrual, como há intensa descamaçãodo endométrio e perda de sangue (células mortas), há um aumento da população da cândida ( e outros saprófitas), pois há uma quantidade maior de restos celulares a serem removidos do organismo. Também, o uso prolongado de antibióticos, que não agem sobre os fungos, pode fazer uma seleção destes, aumentando sua população no organismo (por exemplo, sapinho). O contato sexual nestes dias pode resultar em candidíase em ambos os sexos. A excessiva população de cândida acidifica ainda mais o ph vaginal, que é o que causa a dor e a ardência genital em ambos os sexos.

Cancro




Também conhecido por cancróide, é uma DST aguda e contagiosa, que se caracteriza por lesões genitais ulceradas e dolorosas que evoluem com a supuração (saída de pus) dos linfonodos (gânglios) inguinais.


É causada pelo Hemophilus ducreyi e o período de incubação é de 3 a 7 dias após o contato sexual suspeito. Pequenas lesões avermelhadas e elevadas (pápulas) se rompem e tornam-se úlceras rasas, com as bordas macias e com anel avermelhado ao redor. Tais úlceras variam de tamanho e podem se agrupar (coalescentes), formando uma lesão maior, intensamente dolorosa.


Os linfonodos inguinais se tornam dolorosos, aumentados de tamanho e agrupados (bubão), sendo facilmente palpáveis. Forma-se aí o abscesso que pode drenar através da pele da virilha.


AIDS (SIDA)

Síndrome da deficiência imunológica adquirida é uma condição que resulta na supressão do sistema imune relacionada à infecção pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). Uma pessoa infectada com o vírus HIV perde gradativamente a função imune de algumas células imunológicas denominadas CD4 linfócitos-T ou CD4 células-T, tornando a pessoa infectada vulnerável à pneumonia, infecções fúngicas e outras enfermidades comuns. Com a perda da função imune, uma síndrome clínica (um grupo de várias enfermidades que, em conjunto, caracterizam a doença) se desenvolve com o passar do tempo e eventualmente pode causar a morte devido a uma infecção oportunista (infecções por organismos que normalmente não causam mal algum, exceto em pessoas que estão com o sistema imunológico bastante enfraquecido) ou um câncer.
Histórico
Durante o início dos anos 80 se observou um grande número de mortes causadas por infecções oportunistas em homens homossexuais que, apesar de tal infecção, eram pessoas saudáveis. Até então estas infecções oportunistas causavam morte normalmente em pacientes que receberam órgãos transplantados e estavam recebendo medicamento para suprimir a resposta imune.
Em 1983, Luc Montaigner, um francês especialista em câncer, juntamente com outros cientistas do Instituto Pasteur em Paris, isolaram o que parecia ser um novo retrovírus humano (um tipo especial de vírus que se reproduz de maneira diferente) de uma glândula (nódulo) linfática de um homem sob risco de AIDS. Simultaneamente cientistas norte americanos liderados por Robert Gallo, trabalhando no Instituto Nacional do Câncer em Bethesda (Maryland) e  o grupo liderado pelo virologista norte americano Jay Levy de San Francisco isolaram o retrovírus de pessoas com AIDS e também daquelas que tinham contato com portadores da doença. Os três grupos de cientistas isolaram o que hoje se conhece como vírus da imunodeficiência humana (HIV), o vírus que causa a AIDS. A infecção por este vírus não significa necessariamente que a pessoa tenha AIDS, porém erroneamente costuma-se dizer que a pessoa HIV-positiva tem AIDS. De fato, um indivíduo HIV-positivo pode permanecer por mais de 10 anos sem desenvolver nenhum dos sintomas clínicos que diagnosticam a doença.
Em 1996 estimou-se que 22,6 milhões de pessoas no mundo estavam vivendo com o HIV ou com a AIDS, dos quais 21,8 milhões eram adultos e 380.000 crianças. A Organização Mundial da Saúde estimou que no período entre 1981, quando o primeiro caso de AIDS foi diagnosticado, e em 1996 mais de 8,4 milhões de adultos e crianças desenvolveram a doença. Estimou-se também que no mesmo período 6,4 milhões de mortes foram causadas pelo vírus HIV.

uro.com.br

Especialistas alertam para os perigos do beijo no Carnaval



Com você, o carnaval é na base do beijo? Então antes de cair na farra é bom estar atento aos riscos que ficar com diversos parceiros representa para a saúde. A troca de salivas propicia a transmissão de uma série de vírus, entre eles o Epstein-Barr, causador da doença do beijo. Se você adota o lema de que, na folia de Momo, ninguém é de ninguém, é bom se preparar para a possibilidade de sofrer com febre e dor de garganta dentro de 30 a 45 dias, período de incubação do vírus. Mas aí já é Semana Santa, tempo de repouso com a família...
A doença do beijo, ou mononucleose, é transmitida pela saliva e é muito comum entre adolescentes e adultos jovens, por causa da grande variedade de parceiros. Ela costuma ser confundida com gripe, por causar dor de garganta, no corpo, febre, mal-estar e inchaço dos gânglios. A doença não costuma ser grave, mas às vezes gera aumento do baço e do fígado, inflamação do coração e amigdalite com pus. Em alguns casos, evolui para hepatite moderada e conjuntivite.
Se o baço aumentar, a pessoa deve evitar a prática de exercícios físicos, pois o órgão pode se romper. Se isso acontecer, o tratamento é cirúrgico. Neste caso, há risco de morte. Mas calma. Este quadro é incomum. O folião beijoqueiro deve se preocupar mais com o incômodo gerado pela doença, contra a qual não há remédio.
- Não existe medicamento que tenha alguma ação comprovada contra o vírus. O que se pode fazer é tomar analgésico e repousar - explica o infectologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro Edmilson Migowski.
O diagnóstico da mononucleose é feito por exame de sangue. Mas muitas pessoas manifestam a doença e nem tomam conhecimento: tratam-se em casa e pensam que tiveram uma gripe. O período de transmissão é limitado. No entanto, não é só pelo beijo na boca que ela acontece. Falar a curtas distâncias e compartilhar bebidas são outras formas de contágio.
Existem muitos vírus que podem ser transmitidos não só pelo beijo, mas pelo contato físico muito próximo, típico de ambientes com grandes concentrações, como os blocos de carnaval. É o caso do vírus da rubéola, gripe, herpes e tuberculose. Fora cárie e gengivite, que podem aparecer após beijar alguém com esses problemas.
Então a solução é ficar em casa e abortar os planos de curtir a folia? Não é necessário. O que os especialistas recomendam apenas é que se tenha um pouco mais de cuidado na hora de escolher um parceiro, e senso de seletividade.
- Procure selecionar mais o parceiro, assim como no sexo. Como não tem camisinha para boca, fique atento se a pessoa tem mau hálito, gengiva vermelha e dentes malcuidados - indica a cirurgiã dentista Cristiane Tavares.
Conheça as principais doenças que podem ser transmitidas com o beijo
cárie: causada por bactérias, é a mais comum das doenças odontológicas. Para prevenir, basta fazer a higienização adequada, com escovação dos dentes e limpeza com auxílio do fio dental.


gengivite: trata-se da inflamação da gengiva que, quando não tratada, evolui para um quadro de periodontite. Gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas, caracterizam a doença.
hepatite: há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na mucosa bucal
herpes: o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa a boca cheia de pequenas bolhas.
candidíase: também conhecido como sapinho, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante.
mononucleose: popularmente chamada de doença do beijo, apresenta pequenas manchas vermelhas no céu-da-boca. Provoca o aumento do volume dos gânglios. Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio. 
180graus.com



O Ministério da Saúde alertou nesta terça, 1º, para o risco de contrair doenças, sobretudo sífilis, por meio do beijo na boca durante o carnaval.
sífilis
O ministério destacou que a enfermidade é mais conhecida como uma doença sexualmente transmissível (DST), mas que também pode ser transmitida pela saliva, por causa de pequenas feridas na boca.

A transmissão da sífilis pelo beijo depende da fase da doença, já que a ferida aparece apenas em um segundo momento. A ferida nem sempre está na parte de fora dos lábios, o que prejudica a identificação de pessoas infectadas.

O ministério lembrou ainda que, caso as feridas estejam localizadas no pênis ou na vagina, a sífilis pode ser transmitida por meio de relação sexual sem camisinha.

Dados da pasta indicam que, a cada ano, são registrados quase 1 milhão de novos casos de sífilis no Brasil. A recomendação é utilizar sempre o preservativo - inclusive durante o sexo oral - e ficar atento para feridas na boca de parceiros.

imirante.globo

Morre o Jornalista J. Coutinho

Eu, em nome da minha família, venho por meio desta mensagem expor todo nosso sentimento pela nossa perda recente do Grande jornalista J. Coutinho.
O mesmo sofreu um ataque cardíaco, nossa fonte nos informou que o acontecimento foi no Balneário Pantanal.
O corpo está sendo velado na residência de sua irmã, próximo ao Colégio o Pequeno Príncipe.

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida.
Aquele que crê em mim ainda que morto viverá.
E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá....
João 11:25-26

Secretária Municipal de Educação Profª Enir Ferreira Lima, com o radialista J. Coutinho

Momento Puta Falta De Sacanagem